quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

É sempre na madruga



No dia seguinte nada foi capaz de me mover da cama, uma terrível deprê me invadiu, fiquem em casa o dia todo, melhor no meu quarto, apenas eu meus livros e a escuridão, não fui trabalhar. Fumei alguns cigarros que logo acabaram, mesmo assim não quis sair, mas a falta da nicotina me tirou de casa quando já era noite. Fui a um posto de gasolina comprar cigarros e no meio do caminho encontrei uma gostosa com quem bati um papo raso como geralmente é com esse tipo de beldade que só tem o rabo como atrativo.
Comprei os cigarros, dois maços e voltava para casa com o objetivo de me trancar novamente quando vejo o maldito do Carcamano em festa, ele e um outro psicopata amigo dele desde a infância. Parei e logo ele me lançou uma cerva que bebi com muito gosto pois estava geladíssima, conversamos sobre assuntos banais e  de repente ele resolve ligar para o Paulista para solicitar um pouco de coca para a noite. O contato foi um sucesso e em alguns minutos o Paulista já estava em frente a sua casa com uma pedra gigante de coca, quando olhei imaginei que ninguém cheirava tanto assim, fomos para o quarto cada um deu um tiro pegou uma lata e fomos para a rua falar sobre o que iria rolar na noite.
O amigo psicopata do Carcamano foi para uma festa, o Paulista saiu para pegar uma mina, segundo ele uma negra de molhar as calcas só de se olhar, eu o Carcamano fomos para minha casa dar continuidade a cheiração, o pobre devido a um acidente tinha ficado incomunicavel e estava sem contato com garotas então decidimos ligar para uma que declaradamente se interessava tanto por mim quanto por ele. Em alguns minutos a Branca já estava no portão.
Começamos a cheirar os três e não falavamos nada que mereça algum comentario. Então chegou o Paulista com a negra, May era seu nome, deus como ela era gostosa, fiquei um tempão contemplando aquele rabo e imaginando o quando ele deveria aguentar, dava para ver como ele era durinho devido ao macacão que ela usava que deixava visível suas perigosas curvas. Fiquei ouvindo como ela fazia para manter a bunda com aquela forma e imaginando-a em todas aquelas posições em que se exercita o glúteo.
Me irritei um pouco ao ouvir o que ela dizia sobre um musico local que cantou Garota de Ipanema em ingles para o George W. Bush e ao final se ajoelhou e chorou aos pés desse monstro americano, e de como ele utilizava isso em seu novo DVD em imagens bem tratadas, tenho muito nojo desse cara, por mim ele ficaria branco e se mudaria para os EUA e daria seu cú até o fim da vida para caminhoneiros texanos. 
Faltava um pouco de conhecimento a May por isso lhe expliquei um pouco sobre politica, cultura norte americana, segregação racial e funcionamento da economia da guerra. Enquanto explanava sobre tais assuntos o Paulista me olhava como se eu fosse alguém com alguma inteligência extra e dizia para May - "ele é historiador, formado e pós graduado" - e eu fazia de conta que não tinha ouvido tal comentário e continuava a falar enquanto cheirávamos coca e bebíamos cerva.
O Paulista percebeu que eu falava mais com May do que ele então a levou para o quarto e depois de alguns minutos sairam suados como trabalhadores rurais. Ele veio todo proza me falar sobre os dotes de May, mas eu queria mesmo era cheirar e conversar. 
O Carcamano com seu sorriso de gala tentou e muito comer a Branca, mas não rolou, isso o frustrou deixando-o de mal humor e logo ele foi embora com uma cara de quem acaba de tomar uma dedada no cú. Então após alguns minutos de papo furado Paulista e May foram para o quarto continuar com a meteção e ficamos eu e Branca cheirando e sem assunto, levei-a para meu quarto coloquei um jazz para rolar e ficamos trepando, meu deus como ela gozava, gozou tanto que seu olhos se encheram de lágrimas, perguntei se ela estava bem, ela me sorriu e dizendo que estava muuuuuuuuito bem. Isso me fez lembrar da ultima vez que trepei com uma mulher cheirada, já faz um bom tempo, naquele tempo amava aquela mulher, me lembro que pedia 5 minutos para descansar e ela subindo em cima de mim e dizendo: descanse  ai embaixo, hoje a odeio, nunca pude entender como um sentimento tão bonito pode ser transformado em seu oposto.
E mais uma vez precisava descansar já que estava a 48 horas sem dormir, então coloquei um filme para Branca "Freiras Nuas Com Grandes Armas", ela começou a assistir o filme mas tudo que queria era que eu fosse acordar o traficante para comprar mais coca uma vez que a nossa já estava no fim, disse a ela que não, que o sexo tinha me cansado e precisava dormir, ela prosseguiu cheirando e assistindo o filme, inconformada com o fato de traficantes irem dormir.

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